Como fazer um e-book

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(LANÇAMENTO LIVRO “DESVENDANDO O AMOR – A REVOLUÇÃO DOS RELACIONAMENTOS” – Para comprar, basta clicar na foto à esquerda. Se quiser obter informações a repeito do livro, clique na página A, abaixo dela; se quiser informações sobre o procedimento da compra, clique na página B, ou veja dois Posts Anteriores. )

Olá, pessoal!

Ao explicar via e-mail a uma amiga sobre como fiz meu e-book, realizei a vontade que tinha desde a época de produção do mesmo: facilitar a vida de quem quer transformar seus livros! Talvez haja modos ainda mais eficientes de concluir a “missão”, mas descreverei aqui como consegui converter o meu, dentro da minha gama de conhecimento – e do que me foi chegado em pesquisas.

Primeiramente, com a obra finalizada, se você pretende que uma editora avalie seu original, ou apenas por segurança, registre a obra na Biblioteca Nacional.

http://www.bn.br/portal/?nu_pagina=28

Mas se você quer lançar o livro sozinho, é preciso também obter um ISBN, que é para o livro o que o RG é para nós. Sem ele, nada de publicação.

http://www.isbn.bn.br/solicitacao-de-numero-isbn

Todavia, para que um ISBN seja fornecido, precisa de um editor. Pessoa Jurídica, ou Física. Portanto, apenas uma vez, você deverá fazer o cadastro de Editor na Agência de ISBN.

http://www.isbn.bn.br/cadastro-de-editor

Enquanto aguarda seu registro, formate o arquivo.

No arquivo Word, eu fui no “Arquivo”, “Configurar página” e na janela selecionei o tamanho “A5”, que é o mais próximo do tamanho do livro no formato e-pub. Depois, fui no “Inserir” e escolhi “Quebra de página”. Isso funciona assim:

Há o final do capítulo:

blá blá blá blá blá.

Meia página livre, ou uma linha, não importa. E o título do capítulo seguinte:

“Capítulo 2 – X”

Você coloca o cursor antes da primeira letra do Título (no caso, o “C”) e vai no “inserir > quebra de página”. Aparentemente, nada acontece, mas o Word fez esta separação. Se quiser cancelar, é só colocar o cursor novamente em frente ao “C” e apertar a tecla, no teclado, de voltar. Na primeira vez, ele não vai sair do lugar. Mas estará “apagando” a quebra de página. No segundo clique, o texto volta a subir,

Por isso, quando você fizer a quebra, se quiser mantê-la, não mexa mais no título.

Certamente há outro modo mais “sábio”, algum atalho no menu de opções para cancelar a quebra de página, mas eu não encontrei. Rs… Fiz tudo “no braço”.

Quando salvamos um documento, o automático do Word é salvar em “.doc”. Mas na janela, ao salvar os arquivos, podemos escolher outros formatos. Para ser reconhecido pelo conversor de Word para epub, precisamos salvar em “Rich Text”, ou “.rtf”. É só ir em “salvar como” e escolher o “Rich Text”.

Depois de feitas as formatações no Word, chega a hora de converter o arquivo para o formato eletrônico – epub. Para isso, é necessário baixar 2 programas: o conversor “Calibre” e o editor de epub, “Sigil”.

Eu fui no “Baixaki” e peguei os dois. Este é o link para o Calibre.

http://www.baixaki.com.br/download/calibre.htm

Este é o do Sigil:

http://www.baixaki.com.br/download/sigil.htm

Com o Calibre aberto (já instalado), você primeiro precisa abrir o arquivo em Word. Clique em “Adicionar Livros” e escolha seu livro ainda em formato texto. Depois, na tecla seguinte, existe “editar metadados”. São os dados inerentes ao livro que farão parte do sistema de busca: tags, isbn, editora, autor e a capa. Ou seja: dentro da loja, nos programas de busca, quando digitarmos “Camila Lopes Pigato”, ou o no do meu ISBN, ou a tag “amor”, ou “relacionamentos”, um dos resultados será o meu livro.

Depois, fechando a janela de Metadados, seu arquivo aparecerá na lista. Selecione-o e clique em “converter livros”. Nesta janela, no lado direito, aparecerão as opções. Escolha “epub”. E há a necessidade também de, no lado esquerdo, clicar em “Aparência e Compor..” e selecionar o item “Remover espaçamento entre parágrafos”. Aprendi isso no youtube…rs… Não lembro direito, mas das diversas conversões que fiz (mais ou menos dezoito!), no final cheguei à conclusão de que era necessário.

Feche esta janela, aperte “certo” e espere ele converter, o que leva menos de um minuto. No canto inferior direito aparecerá a tecla “tarefas”. Se você clicar, verá o andamento do processo. Depois, convertido, o livro continua no mesmo lugar da lista onde estava. Selecionando-o, clique em “Exibir”, para ver como ficou no formato eletrônico.

Está salvo no “Biblioteca do Calibre”, que fica dentro da pasta do programa. Quando abrir o Sigil, busque esta pasta e selecione o arquivo em epub para fazer o índice eletrônico.

Na parte superior esquerda, o segundo desenho é o ícone “abrir”. Clique e abra seu livro – o formato epub, não o de texto. Ao selecionar um livro, na parte esquerda, ele está separado por capítulos. Clique duas vezes em cada um para saber qual é. Ao reconhecer um começo de capítulo (às vezes, em capítulos muito longos, ele divide em dois aí no programa, mas no nosso livro ainda é o mesmo capítulo), prepare-se para classificar os capítulos.

Abaixo dos ícones “abrir” e os outros desenhos (rs…), há “H1”, “H2”, “H3”, etc. Isso significa a hierarquia dos capítulos. Se eu só tenho capítulos dentro do livro, todos serão H1. Mas se eu tenho 3 partes, cada um delas com seus capítulos, as partes serão H1 e os capítulos, H2.

De acordo com a sua realidade, com o cursor antes do título, clique em H1 se for o capítulo, ou a parte, etc., e faça o mesmo com todos os similares (H1 para todas as “partes”, H2 para todos os capítulos e etc.).

Agora, com todos selecionados, é só ir ao canto inferior direito e apertar a tecla “Generate table of contents). Vai abrir uma janela, e se for necessário mudar o nome dos capítulos, ali há esta opção. Ou se algo foi clicado por engano, é possível desconsiderar o item, clicando no verdinho e deixando a caixa vazia.

Pronto! O índice eletrônico está gerado. Se você voltar no calibre e abrir o livro (não lembro se o que está na lista já foi automaticamente modificado, ou se é necessário “abrir” outra vez), quando ele for visualizado, nas teclas do lado esquerdo, ao apertar “índice” (na minha versão, eram um monte de linhas azuis, mas pelo youtube vi outros botões, talvez de versões mais recentes), verá o que foi feito no Sigil. Livro concluído!!!!

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Limites

(LANÇAMENTO LIVRO “DESVENDANDO O AMOR – A REVOLUÇÃO DOS RELACIONAMENTOS” – Veja páginas A e B, à esquerda, ou Post Anterior. Para comprar, basta clicar na foto)

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Finalmente deixei a escrita apossar-se novamente de mim.

Hoje pela manhã, bem mais cedo, fiz com que minhas pernas deixassem a mente caminhar. Como sempre, neste retorno ao gesto de liberdade, preocupações do dia a dia prenderam-me ao asfalto ainda molhado. Com o ritmo incessante, todavia, consegui viajar.

No céu, sol e nuvens duelavam. Dúvida quanto a lavar ou não a roupa branca. Preciso de meias. Difícil saber. Deixei isso de lado e segui, como falei. Eis que imaginava-me novamente aqui. O sol venceu o tempo nublado. Então, sorri.

Começava a acreditar nesta possibilidade, quando vi além: a estrada, convidando os moradores da cidade a novas paragens, às surpresas da viagem. Ao vento no rosto levemente ensolarado, movimento acelerado, levando-me às descobertas de outra realidade. Saindo um pouco de mim. Sem carro, perdi a (outra) liberdade. No limite da calçada, dei meia-volta e retornei à minha paciência agitada, à resignação contrariada, da calmaria dos passos tão vagarosos, ainda que rápidos, e da aceitação forçada.

Reconstruir o que foi devastado pelo furacão requer repetição, rotina, comprometimento. Nada tem a ver com marasmo, acomodação. Gastei parte da reclusão não para consertar, mas sim, somente a conter minha impulsiva revolta e não me desviar…

Queria, já, ver a vida lá fora, respirar… Afinal, estou cansada. Há quem diga ser passageiro, apenas “um momento”. Vale o que eu faço dentro do que fora me acomete, não a situação em si. Contudo, cansei desta imensidão. Tornou-se grande demais para mim.

Meu jugo ainda é tão pesado… O “momentâneo” voltou a ser alguns minutos, não o belo e valioso resultado de um sofrimento. Se as plenas faculdades de minha alma estão tolhidas e eu, mergulhada na carne, então, deixe-me lidar com o que alcanço, por ora, e viver o presente. Não levianamente. Preciso de um tempo. Se é exigido mais de quem tem a consciência aflorada, sabe-se também que todo processo tem seu andamento. Deixem-me despertar com calma deste tormento…

Se, por um lado, o homem é acomodado, Deus não tem pressa. Se, de um lado, o homem ainda é egoísta, não apenas a caridade, mas viver o Amor “começa em casa” – dentro de si. Difícil, concordo, saber a limitação. Entretanto, como pensar em irradiar, em expandir, em me importar plena e abnegadamente com o outro, cuidar diretamente do mundo, integralmente, se há tanto acontecendo, agora mesmo, aqui?

Eu sempre me deixei de lado… Será que posso, só por um momento – este da eternidade, que vai durar enquanto não for findo o ensinamento -, cuidar de mim? E aí, sim, novamente capacitada, dar o meu melhor?

Deus me deu o amor quando eu menos esperava. Sempre busquei e acreditei, mas não pedi. Porém, Ele não fez nada, absolutamente nada, e aquele Céu foi bruscamente arrancado de mim. Preciso entender esta equação. Escolhi Deus, o Amor. De que adiantou? Tivesse eu ficado com o que via, tocava e entendia, estaria segura, concursada, ou sendo demitida do quinto emprego, por falta de motivação, da iniciativa privada. Certamente não seria mais só, ainda que, não necessariamente, bem acompanhada. Talvez hoje não me veria quebrada, sem dinheiro, ou acometida de incômoda solidão, se tivesse servido a Mamon…

Duvidar de Deus ainda está na moda. Faz parte de nossa cultura, tadinha, tão atrasada. Há quem traga respostas, contudo, reprochados por quem as procura. Talvez gostem é do sacrifício, nada têm com a busca… No fundo, no fundo, não querem enxergar, pois isso traz mudanças, responsabilidades. Certamente, agora, em conflito, eu seja, enfim, humana. Mal sabem o desgosto e a incompetência que trago na alma.

Roupa suja se lava em casa… Se é Deus, e não a distorção humanizada de sua figura, que jaz em nós, e ainda há alguma coisa errada, pede a lógica a consciência de ser eu quem está enganada. Não tenho coragem de dizer a qualquer um seguir meu exemplo, neste instante exato do tempo… Minha consciência foi de tal forma tocada que nisso, não consigo mais insistir. Porém, meu ombro ficará aliviado se eu puder assumir que estou magoada. E dizer que não sei mais para quem pedir ajuda. Porque quem me ajudava me deixou de lado. Enalteceu e ajudou a causa que ambos evitávamos. Viu-me chorar por dentro, e, ainda assim, não se lembrou de mim.

Todavia, se cheguei ao limite da dor e da barreira que me separava da loucura, também encontrei o último segundo de incredulidade. Não mais! Cansei de esperar algo dos acontecimentos desconexos desta realidade nem sempre verdadeira da qual sou rodeada. Briguei com Deus, sim, apenas porque Deus me tirou de Deus. Mas ele jamais faria isso, se é Deus… Resta, agora, refazer o caminho de tudo que ficou bagunçado, pois não há melhor forma de encontrar Deus, que procurar novamente dentro de mim…

Fonte da imagem: peregrinacultural.wordpress.com

LANÇAMENTO “Desvendando o Amor – A Revolução dos Relacionamentos”

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(VEJA NOTA OFICIAL ABAIXO)

Depois de tanta espera, de muito me cansar e de quase desistir, é com muito orgulho e alegria que comunico o lançamento do meu primeiro livro publicado, o e-book “Desvendando o Amor – A Revolução dos Relacionamentos”.

Na página ao lado, feita especialmente para ele, há os detalhes (https://camilapigato.wordpress.com/a-bastidores-desvendando-o-amor/).

Se você quer refletir a respeito do tema ou efetivamente melhorar, na prática, o nível de seus relacionamentos, não deixe de ler este livro!

Espero que ele ilumine sua vida, como iluminou a minha, ao conseguir continuar acreditando em tudo o que está nele!

Boa leitura!

Abraço,

Camila Pigato

À Venda Na livraria Cultura

Livraria cultura a venda com foto

E no Parceiro Digital, Kobo:

E-book a venda na Kobo

COMUNICADO OFICIAL E FLYER DE DIVULGAÇÃO:

Flyer Livro Azul

NOTA À IMPRENSA, AOS EDITORES E AO PÚBLICO

Eu, Camila Lopes Pigato, jornalista e escritora, anuncio o lançamento de meu livro “Desvendando o Amor – A Revolução dos Relacionamentos”. Ensaios escritos ao longo de dois anos, banhados em conceitos psicológicos, com temas sobre a vida e as relações afetivo-conjugais. São concluídos por um Ensaio Final, que aprofunda o teor filosófico da obra.

Produzido de forma independente, aprovado e disponível no site da Livraria Cultura, em formato de e-book, este trabalho consegue associar Teoria da Relatividade e Evolução da Alma; Fisiologia Emocional; Sexo divinizado e, por isso mesmo, não mais tabu ou banalizado, apenas natural; além de temas comuns às queixas cotidianas: como saber escolher com quem iniciar um relacionamento; diferença entre amor, paixão e outros sentimentos muito parecidos; separações inevitáveis; superar a rejeição afetiva; importância da autoestima e, acima de tudo, a diferença entre repetir padrões de comportamentos, hábitos ou gestos mecânicos, e amar.

A alma é um vasto universo de combinações infinitas… Consegui encontrar afinidade ao ler Einstein, Ana Maria Machado, Clarice Lispector e Jung. Contudo, nem de longe sou uma cópia deles, tenho meu estilo, meu próprio jeito de ser… Fundamentalmente emotiva, defensora da ideia de que o romantismo – a essência, não o excesso – deveria estar mais presente em nosso dia a dia. Poderia. Contudo, caso eu não convença por este prisma, pensadora que também sou, traduzo em reflexões e argumentos o que transborda em meu olhar, que o leitor poderá enxergar apenas nas palavras…